“Sim, sou brasileiro e bem brasileiro. Na minha música eu deixo cantar os rios e os mares deste grande Brasil.
Eu não ponho mordaça na exuberância tropical de nossas florestas e dos nossos céus,
que eu transponho instintivamente para tudo que escrevo."

Heitor Villa-Lobos

 

VILLA PARA AS CRIANÇAS
 

Em forma de um conto infantil, este projeto mostra as obras do compositor brasileiro Villa-Lobos com o intuito de atrair o público infantil para o mundo da música orquestral. 

Nesta versão para Flauta, Clarinete, Fagote, Violão e Narrador os instrumentos com a narração ilustram o desenrolar da estória à medida que as músicas vão aparecendo.

Este clássico grupo de música de câmara, Trio de Madeiras com Violão tem a formação próxima a de um regional de chorinho, estilo muito utilizado pelo compositor.

CONCERTOS DIDÁTICOS

A utilização da música no processo educativo foi um dos ideais de Villa-Lobos. Inspirado nesse ideal, o grupo vem realizando o Projeto Concerto Didático “Villa das Crianças” com grande aceitação junto à comunidade.

O projeto “Villa das Crianças” se apresenta através da música de Villa-Lobos bem como de outros compositores. As músicas são entrelaçadas por textos que mostram a trajetória deste grande compositor que teve suas fontes de inspiração no folclore e na música popular brasileira. 

 OBJETIVOS DO PROJETO

- Desenvolver as idéias de Villa-Lobos sobre Educação Musical, visando à  formação de uma consciência musical brasileira; 
- Oferecer uma visão ampla da música tentando apontar, criticamente, equívocos veiculados pelos meios de comunicação de massa; 
- Apresentar, através de ilustrações musicais e de rápidos comentários, de forma lúdica e prazerosa  os elementos essenciais da música, além de informações sobre compositores e instrumentos.
 

 

A EQUIPE 

Os músicos, professores e integrantes de orquestras profissionais, carregam junto às suas brilhantes carreiras o compromisso com o desenvolvimento musical da criança, mantendo em paralelo suas atividades pedagógicas. 

Um grupo de música de câmara foi a forma ideal encontrada para que pudéssemos levar a música erudita aos teatros e escola, a fim de despertar o interesse das crianças, ampliando o seu contato com os instrumentos e com um tipo de música, muitas vezes desconhecido pela maioria. Este número reduzido de integrantes viabiliza a realização do espetáculo, sem que haja maiores preocupações em relação a espaço físico e quantidade de pessoas envolvidas. 

“Villa das Crianças” estimula a imaginação e traz a associação dos instrumentos com suas características e timbre. A apresentação de cada instrumentista envolve uma explicação didática sobre o instrumento de forma adequada à faixa etária dos alunos.

 

Fotos da apresentação do grupo no Sesc Pompéia

NARRAÇÃO:                RENATA CAMPOS

FLAUTA:            LLLLLCRISTINA POLES

CLARINETE:                DOMINGOS ELIAS

FAGOTE:                           MARCOS FOKIN

VIOLÃO:                      MARCELO ARTYU

 

O ESPETÁCULO VAI À ESCOLA

 

PREPARAÇÃO PARA RECEBER O ESPETÁCULO  - ESCOLA


Definir as turmas que assistirão ao espetáculo, observar a faixa etária das crianças para que todos venham a ter um bom aproveitamento do espetáculo.
O grupo necessita de quatro cadeiras (sem braços), um data show com tela e uma pequena mesa.
É necessário um microfone com amplificador para o narrador (caso a escola não tenha o grupo providenciará).

Conforme já dissemos, a preocupação dos educadores ultrapassa os limites das salas de aulas, livros e vídeos.
As escolas comprometidas com a qualidade de ensino vêm buscando nos espetáculos uma forma de enriquecer sua programação cultural.
Recebendo estes espetáculos, a escola estará criando uma série de facilidades e ampliando o seu espaço cultural.

 
Apresentação no Sesc Pompéia 

 

PROGRAMA

A seleção das obras tem por objetivo traçar um breve painel sobre a estética musical villalobiana.

 "Ária (Cantilena)" da "Bachianas Brasileiras nº 5"
A mais popular das melodias villalobianas - nitidamente inspirada nas serestas - foi composta em 1938, com texto de Ruth Valadares Correa e dedicada a Arminda Villa-Lobos. Ruth Valadares Correa - que era também cantora - foi responsável pela estréia da obra, em 1939, sob a regência de Villa-Lobos, no Rio de Janeiro. Grandes sopranos de todo o mundo gravaram a "Ária" da "Bachianas Brasileiras nº 5" (que possui ainda um 2º movimento, a Dança - ou Martelo -, com texto de Manuel Bandeira), como Victoria de Los Angeles, Bidu Sayão (ambas sob a regência de Villa-Lobos).

"Tocata (O Trenzinho do Caipira)"
da "Bachianas Brasileiras nº 2"
Se em primeiro lugar em popularidade encontra-se a "Ária" da "Bachianas Brasileiras nº 5", é a "Tocata" - mais conhecida como "O Trenzinho do Caipira" - da "Bachianas Brasileiras nº 2" que ocupa a segunda posição. Uma das mais características obras de Villa-Lobos, o "Trenzinho" demonstra um original colorido orquestral, presente em muitas das partituras do compositor. Aqui também fica evidente a forte impressão que lhe causou a música sertaneja, ouvida em suas viagens pelo interior do Brasil.

"Uirapuru"
A despeito de certa influência da música francesa, o "Uirapuru" é das primeiras obras-primas de Villa-Lobos, e dá início a uma linguagem orquestral tipicamente villalobiana. A partitura retrata o ambiente da selva brasileira e seus habitantes naturais - os índios - com uma impressionante riqueza de detalhes. Aqui, ouviremos o tema que serviu de base para esse poema sinfônico: o canto do uirapuru, pássaro que, dentro da mitologia indígena, representa o rei do amor.

"Coletânea de músicas folclóricas"
 O folclore infantil sempre foi um elemento importantíssimo na produção villalobiana. Prova disso são suas incontáveis obras, direta ou indiretamente impregnadas das canções que, por gerações, têm sido perpetuadas entre adultos e crianças. São muitos os exemplos do refinamento que o compositor emprestava à simplicidade daquelas melodias.

"Choros nº 1"
O mais importante ciclo de obras do compositor (apesar de menos popular do que as "Bachianas Brasileiras") é o ciclo dos "Choros", para as mais diversas formações (desde o violão e o piano, passando por grupos camerísticos e chegando a grandes massas sinfônicas) com inspiração direta na música urbana do Rio de Janeiro da virada do século. O "Choros nº 1", para violão, composto em 1920, dedicado a Ernesto Nazareth, é o mais tradicional do ciclo.

"Choros nº 5"
Datado de 1925, recebeu de Villa-Lobos o sugestivo subtítulo "Alma Brasileira" e é das mais conhecidas partituras para piano do compositor.  

ONDE JÁ ESTIVEMOS :

Colégio Miguel de Cervantes
Marquise do Ibirapuera (evento da Associação das Escolas Particulares)
Escola Lourenço Castanho
Colégio Magno
Escola Viva
Colégio Rio Branco
Colégio Porto Seguro
Teatro Municipal de Santo André 
Teatro Ilha do Sul 
Sesc Pompéia
  

Contato:
Domingos Elias - mingoelias@gmail.com
ou
Tel. (11) 976 70 51 73

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